Você é o que você compra?

liqui

Outro dia estava zapeando no Instagram e vi uma pessoa falando que o seu novo programa era baseado em tudo que ela mais gosta: consumo, compras, enfim tudo que você tem que ter já. Não sei se era bem isso que ela disse mas, esse era o contexto e eu não pude deixar de ficar intrigada.

Não porque eu ache que a pessoa tem que acreditar nas coisas que eu acredito mas, senti o meu momento presente e o dela tão mas tãããao distantes que pensei que não estávamos sequer no mesmo país. Para não sair assim julgando, pensei que isso seja algo até maior que a pessoa e que em momentos de economia instável como esse que passamos alguém muito maior por trás del quer mais é incentivar o consumo para que as pessoas não deixem de comprar e fazer a roda girar e bla bla bla.

Mesmo assim eu penso que seja por esse empurrãozinho do mundo exterior, esse questionamento do que precisamos versus o que queremos se faz mais do que nunca essencial. Outro dia vi um documentário, incrível por sinal que se chama “I Am” (procure no Netflix, vale muito a pena) e o diretor dizia que assim como tempos atrás se acredita em dragões e seres mágicos, hoje acreditamos na “economia” e deixamos que ela domine nosso humor e estado de espírito. Não tive como não levar isso pra vida e pensar em como essa mudança de ponto de vista poderia alterar e mais que isso, ampliar minha percepção do cotidiano.

E como atraímos o que transmitimos, no meio disso tudo caí no novo vídeo da Box 1824 que penso ser uma agência de tendências e que faz leituras da nossa sociedade a partir do olhar do jovem para o mundo e tudo fez muito sentido. Dá uma olhada:

E você, o que pensa sobre tudo isso?

Co-fundadora do Reuse Ideias, quero compartilhar com vocês, reusar e propagar as melhores ideias que ver por aí. A partir dessa consciência sobre as coisas não dá pra ficar indiferente. Transformando a mim mesma acredito que posso microtransformar alguma coisa no mundo também! E você?